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SWOT’s, 4P’s, STP’s e afins, durante muito tempo, subsidiaram estratégias de marketing efetivas, fomentaram planos de ação eficientes e geraram resultados eficazes.

 

Tempo bom!

Considerando a velocidade do tempo, isso funcionava muito bem lá no dito “antigamente”, há uns 2 ou 3 anos. É isso mesmo! Vivemos numa época aonde o ontem já é o antigamente.

 

E por quê não funciona mais?

Porque antes conseguia-se analisar mercados e cenários, segmentar por geografia e demografia, posicionar para “públicos-alvo” definidos, criar produtos para demandas genéricas, distribuir de forma homogênea, precificar por margem, fidelizar, prever vendas e ser feliz para sempre.

 

Agora a realidade é outra

Quem já fez uma pesquisa recente de mercado e não mais conseguiu as respostas que antes conseguia? A volatilidade das relações, a incerteza do futuro, a crise da ética, o incremento tecnológico, as novas gerações, a escassez de recursos, o discurso sustentável, a prática insustentável, a customização sem escala, os produtos criados e descontinuados num piscar de olhos., as novas demandas inventadas num estalar de dedos e mais um tanto de outros fenômenos contemporâneos não mais nos permitem desenhar qualquer previsibilidade de longo prazo (ou nem tão longo assim). Isto pode ser considerado ameaça, oportunidade ou, seja o que for, obrigatoriedade de reinventar a forma de lidar com todas estas variáveis.

 

A marca não é mais ditadora

Nesta perspectiva, não funciona mais criar uma oferta sob a perspectiva da marca, divulgá-la e esperar o mundo vir comprar. Principalmente porque a probabilidade do mundo não querer comprar sua oferta do jeito que você acha que ela deve ser, é imensa. Há que se ver, ouvir, sentir, provar e entender as necessidades do mundo, para então criar ofertas relevantes. Somente assim surgem possibilidades de vender para aqueles que sua marca conseguiu conquistar através do RELACIONAMENTO.

 

Relevância cria referência

O grande público tem hoje ao seu dispor uma gama infinita de ofertas concorrentes e somente se permite a ser fiel e a se relacionar com as marcas que ele considera referência ou autoridade naquele mercado, segmento ou nicho.

Mas, para ser referência ou autoridade, a marca precisa entregar relevância. Precisa atender aos anseios, acolher expectativas e, principalmente, surpreender.

Aqui, chegamos no ponto de partida para reposicionamento estratégico do novo marketing: conteúdo relevante para criar relacionamento com a audiência. Assim reposicionamos a Novos Conceitos como uma agência de ideias, ações e resultados.

 

Ideias

Um conteúdo relevante de uma marca é construído por conceitos criativos, por design primoroso e por plataformas interativas de compartilhamento.

Estas ideias ganham potencial de alcance e geram audiência através da convergência entre os meios convencionais e os novos meios digitais de divulgação.

 

Ações

Aqui, o marketing tradicional torna-se ainda mais rejuvenescido. Antes a lógica era somente criar uma imagem para a marca, divulgá-la pela mídia, gerar audiência e torcer para o público comprar os produtos ofertados. Agora, o novo marketing tem novas variáveis.

Ações promocionais, marketing direto, e-mail marketing, canais digitais de interface, etc., ficam mais interessantes quando têm como base conteúdos relevantes que demonstram a referência e a autoridade da marca. A probabilidade da audiência se converter em contato torna-se exponencialmente maior quando reconhece tal autoridade. A partir daí, ações customizadas e automatizadas de nutrição de conteúdos pertinentes converte os contatos conquistados em relacionamentos de afinidade, confiança e credibilidade.

 

Resultados

Neste novo modelo, o resultado é muito mais facilmente mensurado, pois consegue-se quantificar a audiência gerada, as conversões de audiência em contatos e o volume de negócios oriundos dos relacionamentos gerados. Outro resultado importante é a possibilidade de melhor entendimento do público, não apenas por pesquisas pontuais, mas por conhecimento quase que em tempo real dos hábitos e costumes dos clientes, através das diversas interações que o relacionamento sistemático gera.

 

Assim, um marketing novinho em folha, totalmente rejuvenescido, se apresenta para as novas estratégias demandadas pelo novo tempo, que também pode ser tempo bom. Depende de você.

Sobre o autor

Criador de novos conceitos e da Novos Conceitos

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